Técnicos de Campo

ATIVO GERADOR DE RECEITAS

Técnico de Campo = Ativo Gerador de Receitas

O principal Ativo Gerador de Receitas das Assistências Técnicas são as horas faturáveis de suas equipes técnicas.

Sem tratar as pessoas como máquinas, essa é apenas uma materialização do conhecimento aplicado, com toda a sua riqueza emocional, cultural, criativa e realizadora.

As empresas que objetivam ter áreas de serviços rentáveis, não podem descuidar desse ativo,  cuidando par tê-los em quantidade e qualidade adequadas às suas demandas.

E quais seriam os fatores que impactariam negativamente ou positivamente a quantidade e/ou a qualidade desses ativos?

Esse fatores ocorrem em ao menos 3 dimensões: 1) A dimensão do Tempo, 2) a dimensão do Ambiente e 3) a dimensão do Indivíduo.

  • Na dimensão do Tempo, podemos distinguir entre os momentos anteriores e posteriores a contratação;
  • Na dimensão do Ambiente, podemos elencar os processos da empresa, as ferramentas e a cultura;
  • Na dimensão do Indivíduo, podemos distinguir a motivação, situações pessoais, saúde, dentre outros;

Bem, ao analisarmos as dimensões vemos que algumas delas estão ao alcance e sob o controle da Organização, porém, outras estão fora da alçada de decisão, embora ela possa contribuir positiva ou negativamente.

Focaremos aqui nos fatores que estão sob o domínio direto da Organização e sobre os quais ela pode interferir adequadamente:

"time is money"

Na dimensão do Tempo:

  1. Processo seletivo – definir adequadamente o perfil da mão de obra necessária é fator estratégico. Saber que uma mão de obra, com a qualificação necessária, não se forma da noite para o dia e que quanto mais pronta mais valiosa. Caso a área comercial defina por atuar em um novo segmento ou passar a dar manutenção numa nova linha de produtos, isso deve ser comunicado ás áreas responsáveis pelas contratações para que haja a adequação das competências;
  2. Treinamento – treinar sempre mantém a qualidade do ativo gerador de receitas de forma duradoura. Esse treinamento pode ser para incremental ou de reciclagem, porém, deve ter regularidade e deve ser medido.

Na dimensão do Ambiente:

  1. Processos logísticos adequados – Um dos fatores que mais roubam parcelas consideráveis da produtividade das equipes, são os processos de alocação de material, deslocamento e visitas improdutivas. Um correto dimensionamento dos fluxos de trabalho, sintonizados entre as diversas áreas da empresa e alinhados com a demanda do cliente, irão alavancar a disponibilidade de horas faturáveis e aumentar a o faturamento por colaborador, que é dos KPIs (Indicadores estratégicos) importantes;
  2. Alocações eficientes dos recursos às atividades – Por vezes a falta do recurso certo para uma atividade mais complexa pode impactar a produtividade diretamente. Conhecer o desempenho individual de suas equipes, permite alocar cada qual para a atividade mais adequada. Criar KPI para traçar um balizamento entre as equipes, promove a melhora no desempenho geral;
  3. Cultura de resultados e foco no cliente – Uma cultura focada no resultado, estimula a melhora do desempenho, quando corretamente alinhada, promove a troca de conhecimento e o interesse mútuo em que todos desempenhem bem em prol do Cliente. Medir os atendimentos  em termos de quantidade de retrabalhos, tempo de atendimento, atendimento no prazo, etc.
  4. Ferramentas Operacionais e de Gestão – Toda atividade requer ferramentas adequadas, sejam elas tecnológicas ou não. Com o advento da tecnologia digital, hoje já é possível ter todos os indicadores e acompanhamentos em tempo real. Essas ferramentas fornecem Inteligência Operacional que fornecem subsídios para a tomada de decisão assim que os eventos surgem. A integração com dispositivos IoT (Internet das Coisas) são essenciais para as preditivas e automatizações de processos.

PLATAFORMA DE INTELIGÊNCIA OPERACIONAL

Nesse contexto, a INOVAR.TECH desenvolveu o ILIOT, uma plataforma que integra 4 diferentes serviços (Gestão de Serviços, Gestão de Manutenção, Service Desk e Integração IoT). Esses 4 serviços se alinham para a entrega da Inteligência Operacional em tempo real.

A Plataforma ILIOT trabalha no coração da Operação das empresas, ajudando na gestão dos Ativos Geradores de Receitas.

Conheça-nos melhor. Agende uma apresentação ou visite nosso site em https://iliot.tech

A Ordem de Serviço e suas riquezas escondidas

As empresas que prestam serviços, especialmente aquelas que possuem equipes em campo fazendo atendimentos, não vivem sem sua Ordem de Serviço.

No entanto, raramente paramos para pensar tudo que ela representa…

Pelo ponto de vista de quem as SOLICITA, o Sr. Cliente, em geral ela é a portadora de toda a angústia, frustração e/ou preocupação, afinal ele deve estar sofrendo de uma dor e aquela Ordem de Serviço pode ser o seu alívio. Pelo ponto de vista de quem as EMITE, elas são a representação de um ORDEM, vá e faça! Pelo ponto de vista de quem as RECEBE, soam como mais uma atividade em seu dia, uma obrigação, um problema a ser resolvido. “–Será Ela fácil de resolver ou passarei um dia daqueles!?

Ordem de Serviço

Pois é, tão incompreendidas…

As Ordens de Serviços adquirem diversos formatos e diversas configurações. Algumas são meros papeis impressos, que foram gerados em Word ou Excel, outras são blocos impressos em gráficas com 3 vias carbonadas, alguns já estão em formatos digitais, seja num Notebook, Tablet ou Smartphone.

Ainda assim, não importa tanto o seu formato, mas, a sua IMPORTÂNCIA para a empresa de serviços. Mas, o que é a ORDEM DE SERVIÇO?

  • A Ordem de Serviço é o espelho da demanda do SOLICITANTE;
  • São as instruções do EMITENTE;
  • São as orientações do RECEBEDOR.
  • Ela é o instrumento pelo qual a empresa orienta seu PESSOAL DE CAMPO sobre qual cliente atender, qual atividade realizar, em alguns casos, os checklists orientam como o serviço deve ser feito.

$Faturamento$

Além desse aspecto informativo, a Ordem de Serviço desempenha o papel de comprovação da efetiva execução do serviço contratado. Nela o cliente assina e firma seu de acordo com a conclusão. Confirma e respira aliviado que a sua dor foi sanada. O profissional de campo sente o orgulho de mais uma missão cumprida e a empresa pode registrar mais um cliente satisfeito.

Essa figura de tão emblemática importância, também é a base para que as cobranças sejam feitas, dirimindo dúvidas e servindo de comprovante para medições e posteriores faturamentos.

Então… Embora seja tão importante, não se imagina o quanto ela sofre. Sofre com a pasta entulhada de outros objetos, são dobradas e amassadas sem cerimônia, são esquecidas, rasuradas, apagadas, rasgadas, tomam cafezinho e suco muitas vezes, óleo, graxa e toda sorte de pingos de chuva.

Ordem de Serviço

Enfim, Ela, que tem tanta relevância para a atividade das Assistências Técnicas, guarda um tesouro INESTIMÁVEL! Caso as empresas tomassem consciência disso, aposto que Elas, não sofreriam tanto.

Ah! Mas ainda não pretendo revelar esse segredo, não antes de enquadrar a perspectiva.

A era da informação

Vivemos a Era da Informação (saiba mais aqui https://pt.wikipedia.org/wiki/Era_da_informação). Após a Revoluções Industrial, vivemos a Revolução dos dados. Costuma-se dizer: “esprememos os dados até eles confessarem”. Os estudos dos dados, gerados por diversos tipos de fontes, fez surgir uma nova profissão, os Cientistas de Dados. Eles têm a função de coletar e analisar um mundo de conteúdo gerado por milhares e até milhões de origens diversas em busca de estabelecer relações de causa e efeito, informações não reveladas a “olho nu”, enfim, descobrir e analisar verdades que não são perceptíveis aos humanos durante operações normais.

Data Analytics

Além disso, com o advento da Internet das Coisas (IoT) que populariza o uso de sensores e gera um volume absurdo de dados, acentua-se a necessidade de tratar-se dos mesmos de uma forma automática e inteligente. Esses dados ficam registrados ao longo do tempo e só uma análise feita com técnica e algoritmos de máquina, podem perceber os padrões ocultos.

Saiba mais aqui: https://iliot.tech/iot-na-gestao-de-manutencao/

Além desses dados gerados por sensores e automações, existem outros que não estão presentes ou não são coletados dessa forma.

O segredo revelado

Acredito que após as informações acima, vocês já devem ter imaginado ou estão inferindo do que se trata o segredo…

gestão estratégica de manutenção

De volta à Estrela desse post, a Ordem de Serviço, posso afirmar que Ela contém uma riqueza inexplorada. Quando as empresas possuem algum Sistema de Gestão de Serviços, ao menos existe o registro histórico do cliente ou dos equipamentos atendidos. Porém, uma grande maioria das empresas que possuem algum Sistema, poucas são digitalizadas de ponta a ponta (App em SmartPhones) e mesmo assim, quase nenhuma aplica técnicas de Análise de Dados nos dados que são coletados.

Em muitos casos, especialmente na Assistência Técnica de Máquinas, são coletados dados de peças trocadas, dados técnicos de medidas, eventos de problemas, etc.

Esses dados podem suportar ações preventivas, identificar melhorias, alertar sobre perdas, enfim, é um repositório riquíssimo e quase nada explorado.

Os novos caminhos da Ordem de Serviço

Bem, acredito que tenha conseguido meu ponto, chamar a atenção para essa figura comum e quase invisível no dia-a-dia de muitas empresas. Porém, não basta apenas apresentar toda essa estória bonita e não apontar soluções.

iliOt - Gestão de Ordem de Serviço

Ficamos assim, para a felicidade Dela, sim há um caminho! Porém, deixarei esse tema para um próximo post. Fique ligado.

Falarei sobre a Digitalização de todo o processo, da automatização através de tecnologias de sensoriamento e Analise de Dados.

Até breve.

Para saber + O que é uma Ordem de Serviço?

plano de manutenção

Plano de Manutenção Preventiva para Indústrias: otimize o seu serviço em poucos passos!

Empresas que prestam serviço de manutenção e atendem indústrias costumam enfrentar problemas de gestão relativos ao controle das operações de campo e a tomada de decisão estratégica.

Porém, a manutenção preventiva, que tem esse objetivo, ainda é deixada em segundo plano por muitos gestores.

Para você ter uma ideia, dados preliminares de amostragem da ENGETELES mostraram que 81% dos gestores de manutenção não sabem a confiabilidade dos seus ativos para os próximos anos, não pautam suas ações em indicadores, não têm método ou estratégia e implantam planos sem contar com dados.

Esses certamente são indicativos para repensar a estrutura do plano de manutenção preventiva que, sobretudo no setor industrial, serve para alavancar os índices de disponibilidade e confiabilidade dos ativos.

No artigo de hoje, falaremos justamente sobre isso, como oferecer um plano de manutenção preventiva reduzindo custos operacionais e aumentando a satisfação dos clientes. Confira!

O que é um plano de manutenção preventiva?

Um plano de manutenção preventiva é um documento, ou vários deles, que têm o objetivo de registrar todas as ações de manutenção preventiva em detalhes. Isso inclui:

  • Frequência;
  • Localização do equipamento;
  • Materiais e peças que são utilizados e;
  • Profissionais responsáveis pelos reparos.

No documento devem constar todos os dados que mostrem aos colaboradores o que fazer de maneira intuitiva. Dessa forma, ele se torna uma base para a gestão e tomada de decisão de forma muito mais rápida.

O que as empresas ganham em seguir um plano?

Quando não há a programação das atividades de manutenção, automaticamente se gera um ciclo difícil de reverter. Isso porque a manutenção, dessa forma, se torna na maior parte das vezes corretiva.

Você trabalha “apagando incêndios” e acaba desgastando os seus técnicos de campo.

Para os clientes, o resultado é o aumento de falhas, os custos com reparos e a inatividade das máquinas.

Ao contrário, quando existe um plano de manutenção preventiva há uma significativa redução de desperdícios. E isso não envolve somente materiais, mas mão de obra e tempo.

Inclusive, dados da ENGETELES mostram que quando uma atividade é realizada sem planejamento, há 65% de desperdício de tempo. Ou seja, se a jornada de trabalho for de 8 horas, somente 2,8 delas serão realmente aproveitadas.

Além disso, o plano de manutenção preventiva é essencial para garantir mais confiabilidade ao serviço, produtividade, qualidade na manutenção preventiva e, quando necessário, na manutenção preditiva.

Quais os principais pontos da manutenção preventiva para indústrias?

Fazer um plano de manutenção preventiva pode não ser uma tarefa difícil de executar, mas exige tempo e dedicação.

Afinal, todos os equipamentos devem ser analisados, verificados e seus índices mensurados para que as próximas manutenções sejam programadas de forma assertiva.

Há diversas ferramentas que auxiliam as indústrias a elaborarem um plano, mas independente disso, há alguns pontos fundamentais a serem levantados para que todos os processos sejam harmonizados.

Veja quais são eles:

  • Serviços que deverão ser analisados;
  • Qual será a periodicidade de cada análise;
  • Quem serão os responsáveis pela execução das manutenções;
  • Quais serão os recursos necessários, como ferramentas, pessoal e peças;
  • Qual será o tempo gasto em cada serviço;
  • Qual será o custo total e por máquina.

O que definir antes de colocar o plano em prática?

Para colocar um plano de manutenção preventiva em prática é fundamental, primeiramente, fazer um levantamento completo de informações que irão nortear as atividades futuras. Entre elas estão:

1. Elaborar uma matriz de acordo com o nível de criticidade

A primeira coisa a se definir deve ser o nível de criticidade de cada máquina. Para isso, elas devem ser classificadas segundo critérios como segurança, necessidade, custo e frequência de falhas.

2. Elaborar um FMEA

Para que um plano de manutenção seja realmente eficiente é preciso contar com técnicas altamente estruturadas e sistematizadas para análise de falhas, como o FMEA ((do inglês Failure Mode and Effect Analysis) ou Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos. Ele traz confiabilidade ao processo, pois envolve a revisão do maior número possível de peças e montagens para identificar as causas e efeitos de possíveis falhas.

3. Consultar o manual do fabricante

Para que as máquinas contem com uma manutenção preventiva no tempo e da maneira certa, é importante consultar o manual do fabricante. Assim, é possível conhecer em detalhes o seu funcionamento e, posteriormente, seguir as recomendações de manutenção planejada que constam no documento.

4. Calcular o tempo de vida útil de cada equipamento

A periodicidade da manutenção de cada equipamento deve ser baseada, em boa parte, em seu tempo de vida útil.

Portanto, para que o plano de manutenção preventiva seja realmente eficaz e se saiba quais e quando determinados componentes devem ser trocados, por exemplo, é essencial fazer um cálculo que determine qual é o período de reparo ou troca de cada equipamento.

5. Siga o seu plano de manutenção

A partir dos pontos acima já definidos, comece a colocar em prática o plano de manutenção, estipulando início, meio e fim, etapas, frequência, profissionais envolvidos, etc.

Como basear um plano de manutenção em dados e reduzir custos?

O plano de manutenção de uma empresa pode (e atualmente deve) se basear em dados para controlar com mais agilidade e facilidade o ciclo de manutenção de máquinas, além de fazer uma gestão de manutenção mais eficiente como um todo.

Uma solução que traz diversos benefícios para o gerenciamento da manutenção de compressores de ar e geradores é a iliOt, única plataforma com integração IoT que permite a medição dos tempos de trabalho das máquinas. Entre suas funcionalidades estão:

  • Envio de OSs online;
  • APP remoto;
  • Sensoriamento/gestão de manutenção virtual (PMP – Planejamento de Manutenção Preventiva);
  • Sensoriamento/gestão de manutenção automático (sensores);
  • Gestão de manutenção de dispositivos por tempo;
  • Gestão de ocorrências;
  • Geração automática de alertas/alarmes de eventos monitorados pela plataforma;
  • Geração de OSs associadas à ocorrências de maneira otimizada;
  • Preenchimento de dados automáticos de OSs;
  • Relatórios automáticos;
  • Criação de formulários/checklist de OSs;
  • Recursos APP (assinatura de OS em campo, visualização de relatórios, etc.).

Agora que você aprendeu as boas práticas para otimizar o seu plano de manutenção, saiba mais sobre a solução que a iliOt oferece para empresas de manutenção!

Grupo de pessoas trabalhando

Gestão de manutenção em planilhas: por que é preciso rever essa prática?

Apesar da evolução dos processos de gestão em função da tecnologia, ainda é comum encontrar empresas terceirizadas que fazem a gestão de manutenção em planilhas, como as de Excel. Embora sejam úteis, elas estão se tornando obsoletas e dando lugar às soluções baseadas em sistemas, softwares e Internet das Coisas (IoT).

Se você tem dúvida sobre o que realmente significa a IoT, ela pode ser compreendida como a comunicação máquina a máquina (M2M) pela internet. Por meio de sensores e dispositivos, é possível que diferentes objetos, como máquinas industriais, (compressores e geradores, por exemplo) compartilhem dados e informações para realizar tarefas.

No caso das empresas que prestam serviço de manutenção, a Internet das Coisas (ao contrário dos métodos tradicionais de controle, como é o caso das planilhas) pode ajudar, por exemplo, a medir em tempo real a produção das máquinas e mostrar quais setores estão precisando de mais atenção, se há equipamentos avariados ou passando por manutenções preventivas, etc.

O resultado desses dados, reunidos por meio dos dispositivos conectados entre si, é uma tomada de decisão ágil e assertiva, que contribui diretamente para a produtividade do seu negócio além da satisfação do seu cliente.

O que pode dar errado na gestão de manutenção em planilhas?

Se a tecnologia está à disposição das empresas de manutenção, por que afinal ainda se faz gestão de manutenção em planilhas para o controle de dados e informações?

Certamente há diferentes respostas para isso, e entre elas está o domínio das informações por quem as elabora, o que em tese traz segurança e comodidade.

Porém, as planilhas, que a princípio podem ser simples e úteis, trazem alguns riscos e podem ocasionar problemas de gestão complicados de solucionar.

Veja alguns deles agora:

Perda de dados

Ao contrário das soluções automatizadas, as quais reúnem todos os dados em um mesmo sistema, as planilhas de gestão da manutenção geralmente são divididas por setor e, ainda, cada gestor possui uma cópia do documento.

Nesse caso, você pode imaginar o risco de se utilizar versões antigas que podem levar a erros de gestão ou mesmo encontrar números divergentes nas planilhas de setores distintos? Caso isso aconteça, o que não é nada incomum, tanto a gestão quanto a tomada de decisão podem ficar seriamente comprometidas.

Quando as informações ficam centralizadas em rede, os riscos de acessar dados desatualizados ou versões antigas diminui. Porém, há mais demora ou dificuldade em seu acesso, já que determinados documentos, com grande volume de dados, levam um tempo considerável para abrir.

Além disso, a empresa corre o risco de perder os dados por falhas na conexão com a internet ou por sobreposições de planilhas de gestão salvas em computador local, ou pessoal.

Falta de visão holística dos processos

Toda gestão de manutenção em planilhas é feita com os objetivos de controlar as informações e posteriormente analisá-las. O problema é que com o uso de programas, como o Excel, as informações são armazenadas de forma separada por setor e, no momento de unificá-las para realizar as análises necessárias, pode haver dificuldades ou mesmo impossibilidade de integrar dados.

Há fórmulas que possibilitam que o dado alterado em uma planilha interfira em outra, porém, além de tornar o documento pesado, não tem muita serventia no que diz respeito à gestão, pois, as informações são difíceis de serem analisadas portanto, com pouco valor para a tomada de decisão.

Organização dos dados

Apesar de uma empresa em início de operação conseguir fazer a gerenciamento de manutenção em planilhas, conforme a companhia vai crescendo e seus números aumentando, começa se tornar complicado manter os processos eficientes com esse tipo de ferramenta. É possível dizer, inclusive, que o risco de desorganização aumenta na mesma proporção que o volume de dados.

Erros recorrentes

Quando se trata de planilhas organizadas manualmente, erros são comuns. Nesse caso há diversos riscos, como alterações ou exclusões acidentais de fórmulas, colunas ou até mesmo do próprio documento, o que pode levar à completa alteração das informações e os consequentes problemas para a gestão.

Relatórios complexos

Apesar de muitos ainda verem a gestão de manutenção em planilhas como uma solução simples e descomplicada, para aproveitar todos os recursos oferecidos é necessário conhecimento técnico e avançado. Afinal, não é tão simples criar determinadas fórmulas, obter as informações desejadas e construir relatórios realmente eficientes.

Segurança dos dados

Um dos grandes problemas da gestão de manutenção em planilhas é certamente a segurança dos documentos. Como esses são salvos diretamente no computador, podem ser alvos fáceis para vírus e extravios, os quais facilitam o vazamento de informações e até mesmo a perda total de informações essenciais para a gestão.

Quais as vantagens dos sistemas de manutenção para as empresas?

Pelas informações que listamos acima você pôde perceber que, apesar de ser uma solução a princípio simples e cômoda, fazer a gestão de manutenção em planilhas traz também uma série de riscos, os quais podem dificultar ou até mesmo comprometer o andamento dos processos em uma empresa.

Ao contrário, automatizar o controle da manutenção por meio de softwares e sistemas traz, além da segurança, atividades muito mais eficientes.

Outro benefício é que, mesmo diante de um grande volume de informações, não há problemas com lentidão e dificuldades em encontrar dados, por exemplo. Além disso, a junção de todas as informações em um mesmo lugar possibilita uma gestão de técnicos de campo e tomada de decisão muito mais ágil, assertiva e organizada.

E, se a preocupação é com o orçamento, saiba que o mercado oferece diversas soluções para que empresas de todos os portes automatizem seus processos.

Manutenção inteligente: sensores de vibração

Uma sessas soluções são os sensores de vibração. Segundo uma pesquisa da BBC Research, o mercado global de sensores deve atingir US$154,4 bilhões até 2020 e crescer 10,1% dentro dos próximos 5 anos.

Pelos números dá para perceber que esse tem sido um investimento realizado por cada vez mais indústrias e empresas, não é mesmo? Ou seja, automatizar processos é cada vez mais comum e quem ficar de fora, certamente estará alguns passos atrás da concorrência.

Entre as soluções que visam facilitar a manutenção em indústrias e empresas estão os sensores de vibração. Eles se utilizam da Internet das Coisas para fazer o trabalho crítico de monitoramento, medições e coleta de dados em máquinas.

iliOt: uma alternativa às planilhas de gestão de manutenção

Como observamos, as planilhas de gestão de manutenção estão dando lugar a sistemas mais práticos e seguros. Pensando nisso, e para auxiliar no gerenciamento da manutenção em compressores e geradores, existe o sistema de gestão da iliOt, que atua integrado a um sensor de vibração instalado mecanicamente nas máquinas para facilitar o monitoramento e otimizar os processos de manutenção.

Entre as suas vantagens estão:

  • Facilidade na instalação, pois não requer a instalação de nenhum fio, e a configuração;

  • Controle do horímetro das máquinas em tempo real, de forma automática e remotamente;

  • Informações sobre o total de horas trabalhadas e os ciclos de trabalho;

  • Acompanhamento pelo computador a partir de uma moderna rede de Internet das Coisas;

  • Total segurança dos dados ou contra invasões;

  • Notificações automáticas quando há necessidade de manutenção;

  • Gerenciamento de serviço, a qual permite, entre outras funcionalidades, a criação de ordens de serviço e a seleção de profissionais mais qualificados.

Como você pôde ver, a gestão de manutenção em planilhas está ficando no passado. Portanto, empresas que querem continuar sólidas e competitivas devem começar a implantar soluções automatizadas com o auxílio da Internet das Coisas, as quais facilitem o acompanhamento dos processos, a coleta e análise de dados e a tomada de decisão.

Quer saber mais sobre como gerenciar a manutenção de seus equipamentos por meio de uma plataforma simples e intuitiva de gestão, elaborada especialmente para empresas do setor? Então conheça a Plataforma iliOt – Intelligent IoT.

Técnico em campo trabalhando

Gestão estratégica de manutenção: conheça as melhores práticas do setor!

De fundamental importância para empresas de manutenção que querem se destacar no mercado, a gestão estratégica de manutenção reduz o tempo das máquinas paradas, aumentando a eficiência da sua equipe de campo e ajudando a reduzir custos operacionais.

Apesar disso, no Brasil, ainda é tradição as políticas de manutenção reativa. Ou seja, Indústrias costumam solicitar técnicos quando as falhas já aconteceram o que pode comprometer toda a produção.

No entanto, a indústria atual propõe uma visão mais preventiva e preditiva, antevendo as falhas para que um eventual problema que possa vir a ocorrer seja imediatamente solucionado.

Neste artigo, vamos ajudar você a adotar uma política de gestão estratégica no seu PCM. Vamos lá?

Afinal, como funciona a gestão estratégica de manutenção?

A gestão estratégica, de uma forma geral tem como objetivo avaliar elementos como competitividade, vulnerabilidade, além da qualidade dos processos e serviços.

Quando incorporada ao setor da manutenção, a gestão estratégica assume o objetivo de garantir a maior disponibilidade das máquinas ao consumo reduzido de recursos.

É a gestão estratégica de manutenção quem define quando e por que fazer aquele tipo de manutenção.

Quais as vantagens de adotar uma gestão estratégica?

A gestão estratégica de manutenção, quando bem implementada, atua na solução de problemas dos gestores.

Assim, é possível acompanhar a produtividade da equipe e identificar uma eventual sobrecarga ou falta de eficiência de algum funcionário, por exemplo.

Adotando essas políticas, a empresa garante maior disponibilidade e confiabilidade dos equipamentos, aumentando também, a confiança do cliente.

2. Como aplicar a gestão estratégica de manutenção no PCM?

PCM é a sigla para “planejamento e controle de manutenção”, que na atual indústria está no mesmo nível de importância que a produção, tornando-se imprescindível encaixá-la no escopo da empresa que presta serviços de manutenção para o setor.

Dentro do conceito de gestão estratégica, há quatro etapas baseadas no ciclo PDCA, sendo elas:

  • P – Plan (Planejamento): Investiga-se a situação e é elaborado um planejamento a fim de definir o que deve ser feito para atingir a meta da empresa.

  • D – Do (Implementar): Como o nome diz, é aqui que há a execução do planejamento. Nesse período, é importante que os gestores direcionem de modo efetivo a equipe, tendo coesão e conscientizando que todos os envolvidos estão diretamente ligados a eficiência do resultado.

  • C – Check (Checar): No período de checagem, feito através da medição e avaliação das coisas, podem ser tomadas as decisões de gestão.

  • A – Act (Agir) : Os responsáveis pela condução terão informações para decidir o que deve ser feito para corrigir ou adequar eventuais desvios do planejamento inicial. É nesse período que os indicadores deverão evidenciar as diferenças entre o que foi planejado e a situação real, mostrando as áreas que podem ser melhoradas e/ou revisadas.

Passo a Passo do PDCA:

  1. Coleta de dados e cálculo de “downtime”: A primeira informação a ser investigada é sobre o controle do tempo de máquinas paradas, incluindo planejamento com gastos das peças. Saber o custo médio de uma hora de produção interrompida é importante.

  2. Levantamento do valor financeiro: É possível projetar sobre o valor economizado com as melhorias na manutenção.

  3. Análise de variáveis: Além das projeções, as empresas analisam a economia obtida através das variáveis operacionais, podendo ser uma implementação de um novo sistema de ordem de serviço, resposta mais rápida de manutenção, etc.

  4. Investimento em manutenção industrial: Um Sistema Informatizado de Gestão de Manutenção fornece informações relevantes para reduzir o tempo de reparos.

  5. Agendamento de manutenções preventivas: Com o controle proporcionado pelo Sistema Informatizado de Gestão de Manutenção é possível planejar as manutenções preventivas que, como o nome diz, visam a prevenir futuras falhas.

  6. Planejamento e programação a manutenção: Neste passo, você programa os horários com a equipe técnica para garantir que as peças necessárias estejam disponíveis.

  7. Ferramentas e planejamento das predições das falhas: Também conhecida como manutenção preditiva, ela é diferente da preventiva por “prever” quando uma eventual falha pode vir a ocorrer. Para isso, há ferramentas como sensores, ultrassom, análise de frequências e outros que detectam irregularidades que podem vir a resultar em uma falha.

  8. Adoção do modelo de Manutenção Produtiva Total: Esse é o passo em que as empresas buscam aplicar soluções simplórias que fazem a diferença para o maquinário a longo prazo. Isso inclui limpeza e pintura, ambas facilitando a inspeção, instalação de medidores etc.

  9. Implementar Manutenção Centrada na Confiabilidade: Conhecido na sigla em inglês como RCM, Reliability Centered Maintenance, ela reduz, ainda mais, as paradas das máquinas. Essa estratégia foca na preservação das funções do sistema, dando ao gestor uma visão mais clara sobre as capacidades e condições das máquinas.

Como uma empresa de manutenção pode adotar políticas preditivas e estratégicas?

Existe um longo caminho a ser percorrido pelas empresas que prestam serviço de manutenção no Brasil. Apesar disso, algumas medidas simples podem ser colocadas em prática imediatamente, como essas abaixo:

Treinamento: podem ser individualizados e com baixos custos (dependendo da metodologia adotada) resultando em um aumento do ROI, sigla em inglês para “retorno sobre investimento”.

Utilização de computadores e aplicativos para coleta de dados e monitoramento do funcionamento das máquinas em tempo real garante mais agilidade e assertividade para suas operações. Com os dados obtidos, é possível identificar e resolver problemas em estágio inicial e imediatamente.

Assistência remota: Há casos em que uma assistência por vídeo ou voz já é suficiente para solucionar o problema. Fora que os especialistas possuem um “know-how” de como proceder com os problemas mais comuns, fazendo a manutenção com as peças sobressalentes corretas.

Automação da Gestão: gestões automatizadas reduzem bruscamente a quantidade de erros nos processos e garantem aos gestores de manutenção, maior controle, confiabilidade e uma visão holística sobre todas as operações.

A sua empresa consegue elaborar um plano de manutenção de forma eficaz? Deixe o seu comentário! Aproveite também para baixar gratuitamente esta Planilha de Gestão de Manutenção para organizar os seus processos!